O Japão foi atingido, nesta sexta-feira (11), pelo maior terremoto já registrado na região. O tremor alcançou 8,9 na escala Richter, que caracteriza que podem ser causados danos sérios em um raio de centenas de quilômetros do lugar onde realmente aconteceu o terremoto, o chamado de epicentro.
O abalo sísmico ocorrido às 14h46 no horário local, ou 2h46 no horário de Brasília, foi localizado no Oceano Pacífico, a 130 quilômetros da península de Ojika, no Japão. Além do tremor, que foi sentido com muita intensidade em quase todo o território japonês, inclusive na capital Tóquio, o país também sofreu com um Tsunami.
Segundo informações de agências locais, até às 15h desta tarde, haviam sido registradas 337 mortes e 531 pessoas permanecem desaparecidos. Esses números tendem a aumentar, já que boa parte do país está com o sistema de comunicação prejudicado.
A quantidade de vítimas é reduzida, diante do tamanho do estrago e da potência do terremoto, porque há anos o Japão possui regras rígidas na área de construção. Além disso, toda a população recebe orientações sobre como reagir em casos como este. Essas providências são necessárias, pois o país está em uma área conhecida como “anel de fogo do pacífico”, onde ocorrem 90% dos terremotos do mundo.
Por causa do tremor diversos serviços foram paralisados, entre eles o trem-bala, os metrôs e trens suburbanos, e até mesmo o aeroporto de Tóquio deixou de funcionar. Parte do aeroporto de Ibaraki, a 80 quilômetros da capital, ficou parcialmente desmoronado. As autoridades informaram que cerca de quatro milhões de casas estão sem energia elétrica.
Usinas Nucleares
As usinas nucleares receberam atenção especial após o registro do terremoto. O governo japonês emitiu um documento colocando a usina nuclear de Fukushima em estado de emergência, após uma falha no sistema de resfriamento.
Mesmo com o alerta feito, as autoridades informam que não foi registrado vazamento de radiação. Segundo o chefe de gabinete, Yukio Edano, a medida foi somente por precaução.
Além disso, a agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), comandada pela ONU, informou que as outras quatro usinas nucleares próximas ao local do terremoto também foram fechadas por medida de segurança.
Mesmo que a informação oficial, fornecida pelo governo, garanta que ainda não ocorreram incidentes nas usinas, a agência de notícias japonesa Kyodo, informou que ocorreu um incêndio na usina nuclear de Onagawa, no nordeste do Japão.
A refinaria de petróleo Cosmo também sofreu com o fogo. Os bombeiros tiveram dificuldades em controlar as chamas, que chegaram a 30 metros de altura. Com informações da Folha e de Agências Internacionais.
Confira o vídeo do impacto das ondas sobre o Japão.



Fontes minhas: O maremoto deles foi tão intenso que tiveram consequências na praia de Ipanema aqui no Rio de Janeiro.
Parabéns pelo blog mozinho!!! Te amo!!!
ResponderExcluirOi Linda! Como não canso de falar, tenho um orgulho imenso de vc e amo o seu blog. Sempre que posso dou uma passadinha...
ResponderExcluirA reportagem está excelente! Bj